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Estadão lança campanha contra blogs

agosto 16, 2007

O Estadão lançou uma campanha polêmica, alertando sobre a credibilidade da internet que enfureceu os blogueiros.

Na tentativa de mostrar que o conteúdo dos jornais (mesmo na web) é mais confiável do que as demais publicações da internet (mais precisamente os blogs), o Estadão lançou uma campanha infeliz, ridicularizando os blogueiros. Veja as peças abaixo

 

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A campanha associa os blogueiros a figuras ridículas, o que desmerece o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo blogueiros ‘sérios’. A coisa esquentou por causa da reação em massa dos blogueiros.

Estadão faz campanha contra blogs (Braimstorm9)

Estadão contra blogs? (Pensar Enlouquece)

Estadão com medão dos blog-inhos (Techbits)

Campanha: Não compre jornal, preserve a natureza (Mundo Tech)

Clique “ÃO” e perceba como o conceito ainda é “inho” (Oito Passos)

É certo que a questão da veracidade das informações na internet deve estar em pauta, mas esse é um questionamento geral, e não restrito aos blogs ou outros tipos de publicação colaborativa. (É só lembrarmos da montagem grotesta publicada na Home do UOL)

De fato, esta parece ser uma reação da “senhora imprensa” diante da lógica da descentralização da informação, marcada por modelos colaborativos de produção de conteúdo. É interessante ver este vídeo que prevê tendências para o jornalismo em 2015. O vídeo foi produzido por Robin Sloan para o museu da história dos meios.

 

Lorena Vieira.

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FAPCOM transmite Simpósio online

agosto 15, 2007

 

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O II Simpósio de Comunicação da Fapcom, que tem como tema principal “A Tecnologia na Comunicação”, está tendo suas palestras transmitidas em tempo real pela Internet.

O evento, que começou nesta terça-feira, 14, transmitirá ao vivo e online as palestras de André Lemos e do filósofo Pierre Lévy na próxima sexta-feira, 17, dia de encerramento do simpósio. O horário das palestras é das 19:30 às 22:15. Lemos abordará “Tecnologia, Comunicação e Mobilidade” e Lévy falará sobre o tema “Web Semântica: O futuro da comunicação e da colaboração no ciberespaço multilingüístico”.

Interessados em acompanhar o evento pela Internet podem fazê-lo gratuitamente pelo site da Fapcom.

Via Jornalistas da Web

Lorena Vieira.

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Caneta hi-tech

agosto 14, 2007

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Gente, como havia dito aqui está a Digital Pen.

Trata-se de uma caneta digital (que também é uma USB flash drive) que pode ser utilizada para escrever livremente num papel, armazenar páginas de informação (em tempo real) e depois transferir as anotações e rascunhos para o computador através da entrada USB e ser enviado diretamente para um email. Depois de transferido pode-se transformar as anotações em imagens ou em textos (essa é a parte boa). Além do mais a caneta digital é uma memória flash para armazenar diversos outros arquivos como música, vídeo, textos. Entrevistas, reportagens ou a apuração de uma notícia são situações em que o repórter pode utilizar essa caneta, escrevendo as informações num papel que serão transferidas para a conversão em formato de texto. Essa ferramenta agiliza imensamente o trabalho do repórter. Veja um vídeo demonstrando como a Digital Pen funciona ou veja uma infografia com um demo mostrando também as funcionalidades desse aparelho. A Digital Pen custa em média U$ 80 e pesa 16 gramas.

Via Jornalismo Móvel.

Lorena Vieira.

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Publicidade com jeito de tortura chinesa

agosto 14, 2007

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Conhecem aquela antiga técnica de tortura chinesa da gota d’água? Pois bem, aplicando-se esta lógica à publicidade, o que dá!?

Algumas plataformas de vídeos e podcasts resolveram padronizar os produtos inserindo anúncios automáticos ao pre-rolls [aqueles minutinhos antes do vídeo começar]. Mas como a métrica da audiência ainda é incerta, pra garantir, acrescentam um mesmo anúncio a vários vídeos/podcasts. Imagine aquele passeio comum a 10, 15, 20 vídeos e todos com o mesmo anúncio!! Que tortura!!!

O consultor de media e criador do podCast411, Rob Walch, publicou um artigo criticando a técnica de inserção automática de publicidade em sites de podcast. Walch elenca algumas desvantagens:

1] o anúncio sendo colocado no início, permite que o usuários, estando com os dedos ainda nos controles, facilmente “pule” a parte do anunciante;
2] se você for o autor de um vídeo, vai gostar de ver sua obra sendo iniciada com uma publicidade pobre, inserida automaticamente no seu e em centenas de outros vídeos?

Leia na íntegra do artigo na revista Blogger & Podcaster de julho, disponível para livre acesso na web.

Lorena Vieira.

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Como vender gelo a esquimó?

agosto 14, 2007

Vai um gelinho?

Detectar a audiência online continua sendo uma tarefa bastante complicada.

Como reação a uma mudança de critérios na auscutação da audiência online feita pela Nielsen/NetRatings, Robert Niles faz uma observação muito relevante:”A composição da audiência é, e sempre será, a métrica de importância primária para anunciantes”. A idéia de “tempo gasto em site” nem sempre reflete de maneira acurada seu valor para um anunciante.

Ou seja: antes de tudo conheça o perfil da sua audiência, saiba quem vai acessar sua publicidade. Esse antigo conceito continua sendo determinante. Continua difícil vender gelo a esquimós!

De que vale os usuários gastarem horas em um site, se eles não estão interessados no aqui está sendo anunciado? – pergunta Niles.

Além disso, diferentes anunciantes estão interessados em diferentes composições de audiência. Para um anunciante em um jornal local, a penetração local é o critério de composição mais relevante. De que adianta ele tentar vender, por exemplo, flores de uma floricultura local que está a milhares de quilômetros da residência do visitante ao site?

Por outro lado, sites que se dirigem para nichos de interesse, não estão particularmente preocupados com a localização geográfica da audiência. Pode-se vender um jogo de computador, por exemplo, para visitantes de qualquer lugar do mundo, desde que eles tenham o perfil correto para se interessar por esse produto.

Assim, em primeiro lugar os sites têm que mostrar que tipo de audiência estão atingindo, para só então haver alguma validade em termos de diferenciações de “tempo gasto” por usuário no site.

Texto completo do Robert Niles no Online Journalism Review.

Lorena Vieira.

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Alugam-se jornalistas!

agosto 13, 2007

Ouvi por aí um sussurro de que grandes jornais estariam trabalhando de acordo com a lógica outsoucing, mas fiquei pensativa ao encontrar a informação concreta. Via bLógica cheguei à informação de que jornais americanos e britânicos já têm redatores na Índia e Singapura. A lógica para tal substituição, é a mesma que faz multinacionais se instalarem em países em desenvolvimento: mão-de-obra barata!

Os jornalistas indianos não têm seguros, não têm férias pagas, não têm segurança social, e chegam a trabalhar sete dias por semana em horário fabril para entregar os textos a tempo.

A Índia tem até uma empresa agenciadora de jornalistas para jornais estrangeiros, a Hi-Tech Expor. Vejam o pacote e as tarifas!

A depender do projeto de jornal apresentado, a Hi-Tech Export cobra 35 euros [R$92,73] por 500 palavras, para redigir artigos a partir de comunicados de agências. Os redatores são diplomados em domínio científicos, têm entre 21 e 29 anos e 12 a 24 meses de experiência jornalística. Falam e escrevem em inglês, hindimayalam e o idioma local . E ainda oferece 15 dias de serviço grátis!

Leiam o artigo na íntegra aqui.

Lorena Vieira.


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Mini-curso com Rámon Salaverría na UFBA

agosto 7, 2007

O Prof. Ramón Salaverría (Universidade de Navarra) ministrou um um mini-curso de 10 horas de duração, na Faculdade de Comunicação da UFBA, nos dias 1, 2 e 3 de agosto, tendo como temática a Convergência Digital.

O tema foi: “Convergência nos meios digitais: evolução dos modelos editoriais na Internet”.

Rámon Salaverría é um dos mais destacados pesquisadores espanhóis no campo do Webjornalismo, é também Diretor do Laboratório de Comunicação Multimídia da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra.

As contribuições do curso foram enormes. Discutiremos os temas abordados em breve.

Até lá, conheçam um pouco mais sobre as idéias do Prof. Rámon Salaverría no vídeo indicado. O vídeo fala sobre os impactos da convergência digital nas empresas de comunicação.

Lorena Vieira.